terça-feira, 18 de setembro de 2007

Rui Costa

Rui Manuel César Costa, OIH, nasceu a 29 de Março de 1972, e a sua infância foi passada no bairro da Damaia, concelho da Amadora, distrito de Lisboa.

Aos cinco anos entrou para a equipa de infantis de futebol de salão do Damaia Ginásio Clube. Quatro anos depois, com 10 anos de idade, tentou a sua sorte nos treinos de captação do Sport Lisboa e Benfica. Passados dez minutos de treino Eusébio, que estava a observar os futuros craques, ficou impressionado com as habilidades do jovem jogador. Durante oito anos aprimorou a qualidade e o estilo nas camadas jovens do SL Benfica até 1990, onde esteve emprestado um ano ao Fafe. Regressou ao Benfica onde venceu uma Taça de Portugal - em 93 - e o titulo de campeão nacional - 93/94. A Fiorentina interessou-se e desembolsou 1,2 milhões de contos (cerca de 6 milhões de euros), uma transferência milionária para a época. A transferência serviu como um balão de oxigénio para as finanças do clube.

Rui Costa jogou sete épocas na Fiorentina onde venceu duas Taças de Itália. Apesar das dificuldades conseguiu ser eleito algumas épocas o melhor nº10, tirando o lugar a jogadores de grande gabarito como Zidane, jogador da Juventus. Muitas foram as vezes em que se falou da sua saída, mas Rui Costa manteve-se até a entrada em falência do clube de Florença.

Concretizou-se então a transferência para o AC Milan, de novo sobre nova quantia milionária, cerca de 35 milhões de euros. Rui Costa jogou cinco temporadas no AC Milan onde no total conquistou 1 Taça de Itália, 1 Liga dos Campeões, 1 Supertaça de Itália, 1 Campeonato e 1 Supertaça Europeia.

Em 2004 fez o seu último jogo pela selecção portuguesa, jogo esse na final do Euro 2004, em Portugal, no Estádio da Luz frente à selecção da Grécia. De salientar ainda que Rui Costa se sagrou campeão do mundo em 1991 na categoria de sub-21, vencendo na final o Brasil no desempate por pontapés da marca de grande penalidade. A final foi realizada no antigo Estádio da Luz e Rui Costa marcou o penalty vitorioso.

Um dos jogos mais marcantes da sua carreira foi um jogo amigável entre o SL Benfica e a Fiorentina, no qual marcou um golo ao seu antigo clube. Não festejou, chorou ao marcar e ouviu um Estádio da Luz repleto a aplaudi-lo.

No dia 25 de Maio de 2006 foi apresentado como novo jogador do Sport Lisboa e Benfica. A transferência, desta vez, foi a custo zero e só foi possível porque Rui Costa e AC Milan rescindiram o acordo que os ligava por mais uma época. Rui Costa abdicou, com a vinda para o SL Benfica, de cerca de 700 mil euros ano. Desta maneira a casa que o viu nascer como futebolista e que todos os anos sonhava com o seu regresso abre-lhe as portas para que Rui Costa possa acabar a carreira no clube do seu coração.

Terminada a primeira época no Sport Lisboa e Benfica após o seu regresso, a sua necessidade na equipa foi colocada em causa por o milionário português Joe Berardo, sendo este último o autor de uma Oferta Pública de Aquisição sobre a SAD do Sport Lisboa e Benfica.

Mas este novo ano Rui Costa está apostado em demonstrar que ainda tem muito valor para dar ao Sport Lisboa e Benfica.


Clubes

  • Sport Lisboa e Benfica (1 Taça de Portugal, 1 Campeonato Nacional)
  • Fiorentina (2 Taças de Itália)
  • AC Milan (1 Taça de Itália, 1 Supertaça de Itália, 1 Campeonato, 1 Liga dos Campeões e 1 Supertaça Europeia)

Selecção Portuguesa

  • Número de internacionalizações: 94
  • Número de golos na selecção: 26
  • Primeira participação na selecção: 1993-03-31

Titulos

  • UEFA Champions League (2003)
  • Supertaça Europeia (2003)
  • Serie A Italiana(2004)
  • Supertaça Italiana (1996)
  • Campeonato da primeira divisão de Portugal (1994)
  • Taça de Portugal (1993)
  • Taça de Itália (1996,2001,2003)
  • Vencedor do campeonato do mundo sub-21 (1991)
  • Quartos de Final Euro 1996
  • Semi Finalista Euro 2000
  • Convocado para o Campeonato mundial de futebol de 2002
  • Finalista Vencido Euro 2004


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Ser português...que mania a tua

Pequeno pais à beira mar plantado, que pequenas pessoas sois vós? Não bastou os Descobrimentos e um ou dois álbuns de Fado tão na moda na "World Music"?

O primeiro requisito para ser português é saber que isto não é uma coisa muito boa, um quarto da população mundial é Chinesa e nós fomos logo calhar portugueses, isto é que é sorte...

Neste blogue quero prestar a minha homenagem a pobres coitados que desafiaram a sua nacionalidade e vingaram numa sociedade cada vez mais global. Não vou tentar ser justo, pois mesmo que o tentasse haveria sempre alguém esquecido, mas prometo que quem referir merecerá a distinção.

PS: O Salazar não vai ser homenageado, desculpem lá mas eu é que mando.

As origens

Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de príncipe, Dom Afonso Henriques, (25 de Julho de 11096 de Dezembro de 1185) foi o primeiro rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão.

Em virtude das suas múltiplas conquistas, que ao longo de mais de quarenta anos mais que duplicaram o território que o seu pai lhe havia legado, foi cognominado O Conquistador; também é conhecido como O Fundador e O Grande. Os muçulmanos, em sinal de respeito, chamaram-lhe Ibn-Arrik («filho de Henrique», tradução literal do patronímico Henriques) ou El-Bortukali («o Português»).

--filho de--

Henrique de Borgonha (1066Astorga, 24 de Abril de 1112) foi Conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Ele foi o filho de Henrique de Borgonha, herdeiro de Roberto I, Duque de Borgonha e de Beatriz ou Sibila de Barcelona. Era irmão de Eudes I.

Sendo um filho mais novo, Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Guerra de Reconquista. Ele ajudou, enquanto cruzado, o Rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, que compreendia aproximadamente a moderna Galiza e o norte de Portugal, recebendo como recompensa com a filha dele, Teresa de Leão com a qual casou.

Alguns anos mais tarde, em 1096, Henrique tornou-se também o Conde Portucalense, condado até à data dependente do reino de Galiza, derivado à má politica bélica que o seu primo, Conde Raimundo da Galiza, conduzia contra os Mouros.

--filho de--

Henrique de Borgonha (1035 - ca. 1074) foi o filho e herdeiro de Roberto I, Duque de Borgonha. Ele faleceu pouco antes do seu pai não o tendo por isso sucedido na Borgonha. Henrique casou com Sibila de Barcelona, filha dos Condes de Barcelona e teve os seguintes filhos:

--filho de--

Roberto I Capeto (1011 - 21 de Março 1076) foi Duque da Borgonha entre 1032 e a sua morte, e o primeiro duque da dinastia Capetiana que haveria de governar o ducado até ao século XIV. Roberto era o filho mais novo do rei Roberto II de França e irmão de Henrique I.

Roberto tornou-se Duque da Borgonha por doacção do seu irmão Henrique, depois da sua ascensão à coroa de França. Foi sucedido pelo seu neto Hugo I, filho de Henrique. O seu neto Henrique tornou-se Conde de Portugal e foi pai de Afonso Henriques.

Roberto II (Orleães, 27 de Março de 972 - Melun, 20 de Julho de 1031) cognominado o Pio ou o Sábio, foi o segundo monarca de França da dinastia capetiana, desde 996 até à sua morte. Era filho de Hugo Capeto, com quem reinou e a quem sucedeu, e de Adelaide da Aquitânia[1].

--filho de--

Hugo Capeto (93824 de Outubro de 996) foi rei dos francos de 987 a 996, o fundador da dinastia capetiana. Era filho de Hugo, o Grande, duque dos francos, e de Hedwige, ou Avoia, da Saxónia, filha de Henrique I da Saxónia, rei da Germânia.

Em 987, Hugo Capeto, duque dos francos, tornou Paris na principal cidade do país e o poderio do ducado estendeu-se gradativamente a toda a França, durante o período de lutas civis que acompanhou as três primeiras Cruzadas. Homem de grandes virtudes administrativas, não granjeou o poder por simpatias, mas sim por astúcia, força e o suborno.

Henrique, o Passarinheiro (Heinrich der Finkler ou Heinrich der Vogler, em alemão; Henricius Auceps, em latim) (876 – 2 de julho de 936) foi duque da Saxônia a partir de 912 d.C. e rei dos germanos (chamado Henrique I da Germânia) de 919 até a sua morte, em 936. Primeiro da dinastia otoniana de reis e imperadores germanos, é considerado o fundador e primeiro rei do império alemão medieval, até então conhecido como Frância Oriental. Recebeu o epíteto "passarinheiro" porque teria recebido a notícia de sua eleição como rei no momento em que consertava as suas redes de passarinhagem. Sucedeu-no no trono Otão I da Germânia.