sábado, 9 de fevereiro de 2008

Repórter português triunfa no World Press Photo


PAULA BRITO
Fotografia. Miguel Barreira foi o único português distinguido no prémio mais importante do mundo para os repórteres, com a imagem de um 'bodyboarder' numa onda gigante no mar da Nazaré. Mas o grande vencedor foi um britânico com 'o soldado exausto' no teatro de guerra do Afeganistão "Decidi arriscar e..." o resultado está à vista. Miguel Barreira, repórter há quase dez anos a captar imagens na área do desporto, foi distinguido com um prémio World Press Photo 2007.

Confessando-se feliz, o repórter do Record ganhou o 3.º prémio na categoria de Sport Action com uma fotografia a preto e branco do desportista Jaime Jesus, que participava num campeonato de bodyboard, a 16 de Dezembro, na Nazaré.

Ao DN, Miguel Barreira lem- bra que a sua foto captou uma "situação quase demoníaca", em que o bodyboarder desaparece "durante alguns segundos, uma eternidade". E, continua, "estávamos todos muito tensos, pois a linha que separava o heroísmo e o desastre era muito ténue".

Este é o resultado de uma candidatura que incluiu ainda a foto do famoso soco de [Luís Filipe] Scolari no jogo da selecção portuguesa contra a Sérvia. Foi justamente com esta imagem, via Associated Press (AP), que Miguel Barreira confessa ter sentido, pela primeira vez, "a força de uma fotografia como um documento", quando ela apareceu em todos os motores de busca do mundo.

Grande prémio

Mas o grande vencedor do World Press Photo foi o britânico Tim Hetherington, com uma imagem de um soldado norte-americano abrigando-se, esgotado, num bunker, no Afeganistão, publicada na revista Vanity Fair. Tirada a 16 de Setembro, descreve a "exaustão de um homem, a exaustão de uma nação", segundo o presidente do júri do prémio, Gary Knight. O repórter vai receber 10 mil euros, numa cerimónia, em Amesterdão, dia 27 de Abril.

A agência Getty Images arrecadou cinco galardões, nomeadamente os das principais categorias, em que se incluem as fotos do assassínio de Benazir Bhutto, líder da oposição no Paquistão, enquanto a AP venceu em duas categorias.|

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Ser português...que mania a tua

Pequeno pais à beira mar plantado, que pequenas pessoas sois vós? Não bastou os Descobrimentos e um ou dois álbuns de Fado tão na moda na "World Music"?

O primeiro requisito para ser português é saber que isto não é uma coisa muito boa, um quarto da população mundial é Chinesa e nós fomos logo calhar portugueses, isto é que é sorte...

Neste blogue quero prestar a minha homenagem a pobres coitados que desafiaram a sua nacionalidade e vingaram numa sociedade cada vez mais global. Não vou tentar ser justo, pois mesmo que o tentasse haveria sempre alguém esquecido, mas prometo que quem referir merecerá a distinção.

PS: O Salazar não vai ser homenageado, desculpem lá mas eu é que mando.

As origens

Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de príncipe, Dom Afonso Henriques, (25 de Julho de 11096 de Dezembro de 1185) foi o primeiro rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão.

Em virtude das suas múltiplas conquistas, que ao longo de mais de quarenta anos mais que duplicaram o território que o seu pai lhe havia legado, foi cognominado O Conquistador; também é conhecido como O Fundador e O Grande. Os muçulmanos, em sinal de respeito, chamaram-lhe Ibn-Arrik («filho de Henrique», tradução literal do patronímico Henriques) ou El-Bortukali («o Português»).

--filho de--

Henrique de Borgonha (1066Astorga, 24 de Abril de 1112) foi Conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Ele foi o filho de Henrique de Borgonha, herdeiro de Roberto I, Duque de Borgonha e de Beatriz ou Sibila de Barcelona. Era irmão de Eudes I.

Sendo um filho mais novo, Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Guerra de Reconquista. Ele ajudou, enquanto cruzado, o Rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, que compreendia aproximadamente a moderna Galiza e o norte de Portugal, recebendo como recompensa com a filha dele, Teresa de Leão com a qual casou.

Alguns anos mais tarde, em 1096, Henrique tornou-se também o Conde Portucalense, condado até à data dependente do reino de Galiza, derivado à má politica bélica que o seu primo, Conde Raimundo da Galiza, conduzia contra os Mouros.

--filho de--

Henrique de Borgonha (1035 - ca. 1074) foi o filho e herdeiro de Roberto I, Duque de Borgonha. Ele faleceu pouco antes do seu pai não o tendo por isso sucedido na Borgonha. Henrique casou com Sibila de Barcelona, filha dos Condes de Barcelona e teve os seguintes filhos:

--filho de--

Roberto I Capeto (1011 - 21 de Março 1076) foi Duque da Borgonha entre 1032 e a sua morte, e o primeiro duque da dinastia Capetiana que haveria de governar o ducado até ao século XIV. Roberto era o filho mais novo do rei Roberto II de França e irmão de Henrique I.

Roberto tornou-se Duque da Borgonha por doacção do seu irmão Henrique, depois da sua ascensão à coroa de França. Foi sucedido pelo seu neto Hugo I, filho de Henrique. O seu neto Henrique tornou-se Conde de Portugal e foi pai de Afonso Henriques.

Roberto II (Orleães, 27 de Março de 972 - Melun, 20 de Julho de 1031) cognominado o Pio ou o Sábio, foi o segundo monarca de França da dinastia capetiana, desde 996 até à sua morte. Era filho de Hugo Capeto, com quem reinou e a quem sucedeu, e de Adelaide da Aquitânia[1].

--filho de--

Hugo Capeto (93824 de Outubro de 996) foi rei dos francos de 987 a 996, o fundador da dinastia capetiana. Era filho de Hugo, o Grande, duque dos francos, e de Hedwige, ou Avoia, da Saxónia, filha de Henrique I da Saxónia, rei da Germânia.

Em 987, Hugo Capeto, duque dos francos, tornou Paris na principal cidade do país e o poderio do ducado estendeu-se gradativamente a toda a França, durante o período de lutas civis que acompanhou as três primeiras Cruzadas. Homem de grandes virtudes administrativas, não granjeou o poder por simpatias, mas sim por astúcia, força e o suborno.

Henrique, o Passarinheiro (Heinrich der Finkler ou Heinrich der Vogler, em alemão; Henricius Auceps, em latim) (876 – 2 de julho de 936) foi duque da Saxônia a partir de 912 d.C. e rei dos germanos (chamado Henrique I da Germânia) de 919 até a sua morte, em 936. Primeiro da dinastia otoniana de reis e imperadores germanos, é considerado o fundador e primeiro rei do império alemão medieval, até então conhecido como Frância Oriental. Recebeu o epíteto "passarinheiro" porque teria recebido a notícia de sua eleição como rei no momento em que consertava as suas redes de passarinhagem. Sucedeu-no no trono Otão I da Germânia.