domingo, 16 de setembro de 2007

Nelson ÉVORA

PERSONAL BEST

Performance
Wind Place Date
Long Jump 8.10
-0.9 Milano 23 06 2007
Triple Jump 17.74
1.4 Osaka 27 08 2007

SEASON BEST

Performance
Wind Place Date
Long Jump 8.10
-0.9 Milano 23 06 2007
Triple Jump 17.74
1.4 Osaka 27 08 2007

PROGRESSION

Season Performance
Wind Place Date
Long Jump
2006 8.05
0 Thessaloniki 17 06 2006

2005 7.43
2 Lisboa 10 06 2005

2003 7.83
0.7 Tampere 25 07 2003

2002 7.66
1.5 Vila Real St António 02 06 2002

2001 7.55
1.5 Lisboa 16 06 2001
Triple Jump
2006 17.23
0.4 Göteborg 10 08 2006

2005 16.89
1.9 Erfurt 17 07 2005

2004 16.02
0.2 Lisboa 15 05 2004

2003 16.43
0.4 Tampere 27 07 2003

2002 15.87
-0.2 Kingston, JAM 20 07 2002

2001 16.15
-0.2 Braga 10 06 2001


Biography: Nelson ÉVORA ()


Sex Weight Height Date of birth Place of birth
M 62 1.81 20 04 1984



A Portuguese citizen officially since June, 2002. National Junior Championships: 2002 (1st, Long Jump & Triple Jump) National U23 Indoor Championships: 2006 (1st, Long Jump & Triple Jump) National Indoor Championships: 2003 (1st, Triple Jump); 2006 (1st, Long Jump & Triple Jump) National Championships: 2003 (1st, Triple Jump & 2nd, Long Jump); 2007 (1st, Long Jump & Triple Jump)
Osaca - O atleta português Nélson Évora sagrou-se hoje campeão do mundo no triplo salto, ao saltar 17,74 metros nos Campeonatos do Mundo de Osaca, no Japão.

Nelson Évora, de 23 anos, bateu o seu recorde pessoal e recorde nacional de 17,51 metros com a data de 21 de Julho de 2007, ao realizar hoje em Osaka um triplo salto de 17,74 metros.

Évora conseguiu assim a medalha de ouro nos Campeonatos do Mundo, à frente de Jadel Gregorio (17,59 metros) e do norte-americano Walter Davis (17,33 metros), antigo detentor do título.

Sem comentários:

Ser português...que mania a tua

Pequeno pais à beira mar plantado, que pequenas pessoas sois vós? Não bastou os Descobrimentos e um ou dois álbuns de Fado tão na moda na "World Music"?

O primeiro requisito para ser português é saber que isto não é uma coisa muito boa, um quarto da população mundial é Chinesa e nós fomos logo calhar portugueses, isto é que é sorte...

Neste blogue quero prestar a minha homenagem a pobres coitados que desafiaram a sua nacionalidade e vingaram numa sociedade cada vez mais global. Não vou tentar ser justo, pois mesmo que o tentasse haveria sempre alguém esquecido, mas prometo que quem referir merecerá a distinção.

PS: O Salazar não vai ser homenageado, desculpem lá mas eu é que mando.

As origens

Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de príncipe, Dom Afonso Henriques, (25 de Julho de 11096 de Dezembro de 1185) foi o primeiro rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão.

Em virtude das suas múltiplas conquistas, que ao longo de mais de quarenta anos mais que duplicaram o território que o seu pai lhe havia legado, foi cognominado O Conquistador; também é conhecido como O Fundador e O Grande. Os muçulmanos, em sinal de respeito, chamaram-lhe Ibn-Arrik («filho de Henrique», tradução literal do patronímico Henriques) ou El-Bortukali («o Português»).

--filho de--

Henrique de Borgonha (1066Astorga, 24 de Abril de 1112) foi Conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Ele foi o filho de Henrique de Borgonha, herdeiro de Roberto I, Duque de Borgonha e de Beatriz ou Sibila de Barcelona. Era irmão de Eudes I.

Sendo um filho mais novo, Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Guerra de Reconquista. Ele ajudou, enquanto cruzado, o Rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, que compreendia aproximadamente a moderna Galiza e o norte de Portugal, recebendo como recompensa com a filha dele, Teresa de Leão com a qual casou.

Alguns anos mais tarde, em 1096, Henrique tornou-se também o Conde Portucalense, condado até à data dependente do reino de Galiza, derivado à má politica bélica que o seu primo, Conde Raimundo da Galiza, conduzia contra os Mouros.

--filho de--

Henrique de Borgonha (1035 - ca. 1074) foi o filho e herdeiro de Roberto I, Duque de Borgonha. Ele faleceu pouco antes do seu pai não o tendo por isso sucedido na Borgonha. Henrique casou com Sibila de Barcelona, filha dos Condes de Barcelona e teve os seguintes filhos:

--filho de--

Roberto I Capeto (1011 - 21 de Março 1076) foi Duque da Borgonha entre 1032 e a sua morte, e o primeiro duque da dinastia Capetiana que haveria de governar o ducado até ao século XIV. Roberto era o filho mais novo do rei Roberto II de França e irmão de Henrique I.

Roberto tornou-se Duque da Borgonha por doacção do seu irmão Henrique, depois da sua ascensão à coroa de França. Foi sucedido pelo seu neto Hugo I, filho de Henrique. O seu neto Henrique tornou-se Conde de Portugal e foi pai de Afonso Henriques.

Roberto II (Orleães, 27 de Março de 972 - Melun, 20 de Julho de 1031) cognominado o Pio ou o Sábio, foi o segundo monarca de França da dinastia capetiana, desde 996 até à sua morte. Era filho de Hugo Capeto, com quem reinou e a quem sucedeu, e de Adelaide da Aquitânia[1].

--filho de--

Hugo Capeto (93824 de Outubro de 996) foi rei dos francos de 987 a 996, o fundador da dinastia capetiana. Era filho de Hugo, o Grande, duque dos francos, e de Hedwige, ou Avoia, da Saxónia, filha de Henrique I da Saxónia, rei da Germânia.

Em 987, Hugo Capeto, duque dos francos, tornou Paris na principal cidade do país e o poderio do ducado estendeu-se gradativamente a toda a França, durante o período de lutas civis que acompanhou as três primeiras Cruzadas. Homem de grandes virtudes administrativas, não granjeou o poder por simpatias, mas sim por astúcia, força e o suborno.

Henrique, o Passarinheiro (Heinrich der Finkler ou Heinrich der Vogler, em alemão; Henricius Auceps, em latim) (876 – 2 de julho de 936) foi duque da Saxônia a partir de 912 d.C. e rei dos germanos (chamado Henrique I da Germânia) de 919 até a sua morte, em 936. Primeiro da dinastia otoniana de reis e imperadores germanos, é considerado o fundador e primeiro rei do império alemão medieval, até então conhecido como Frância Oriental. Recebeu o epíteto "passarinheiro" porque teria recebido a notícia de sua eleição como rei no momento em que consertava as suas redes de passarinhagem. Sucedeu-no no trono Otão I da Germânia.